sábado, 20 de julho de 2013

Se o inferno existir deve ser uma imensa fila

Eu odeio filas. Aliás, não conheço alguém que goste de ficar em uma fila esperando, esperando... Aí tem sempre aquela criança chata que não para quieta, começa a chorar, se jogar no chão para chamar a atenção, aí a mão grita, a criança começa a espernear... Um saco! Se existir inferno, ele deve ser uma imensa fila.

Fila que é fila tem sempre aquele chato que começa a botar a culpa em tudo. Até na Dilma! Aliás, como podemos culpar a Dilma por uma fila no mercado? Não sei, mas tem gente criativa demais por aí.

Aliás, entre as várias possibilidades de fila que existem a pior é a do caixa dos grandes supermercados. Além de todos os personagens citados acima, tem mais um: a criança que quer pegar cada um dos itens que estão nas gôndolas perto do caixa. Aí o pai/mãe/tio/responsável não deixa e ela começa a chorar e etc.

Algumas lojas colocam revistas e livros em gôndolas para fazer trilhar o caminho que uma fila deve seguir. Aquilo é o maior exemplo de como o que é ruim pode e vai piorar: além de ter que esperar, tem sempre alguém que PARA e fica lendo as capas ou folheando, se distrai e ESQUECE de olhar para frente e ferra tudo pois a fila segue e ela não.

Além disso, já percebeu que a proporção de atendentes x tamanho da fila é sempre bem menor do que o aceitável? É como se eles calculassem assim: a cada duzentas pessoas dentro da loja eu vou colocar um atendente a menos.

A fila do mercado também traz outro drama. No horário de maior movimento (e quando a fila é grande o suficiente para ocupar toda a extensão da Avenida Paulista) tem sempre uma fiscal ou seja lá qual for o cargo que decide fazer sangria. Cara, como ela faz um caixa parar no horário que metade do mundo está na fila esperando para pagar por algo que vai comer?

Aí vem alguém e diz: mas ela está fazendo o trabalho dela. Mas custa fazer o trabalho dela quando a fila estiver menor?

Defino isso como sadismo!

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Sobre o blog

De novo começo um blog. Mais um. Aliás, tenho mais blogs criados que o número de ex-maridos da Gretchen. O último eu criei essa semana, na quarta, e dois dias depois ele morreu por motivos de: cansei e não vou ter tempo de procurar coisas novas para postar todo dia.

Na verdade eu sempre quis ter um blog para falar bobagem sem me preocupar com o número de leitores, comentários. Um espaço para ser livre no território virtual da internet. Procurei por anos um nome de impacto e que fosse baseado em uma expressão que eu uso e gosto. Não achei.

Uma tarde, durante um descanso após ler uma entrevista quilométrica, finalmente tive uma luz e nasceu o Vish, o negócio tá pegando! O bicho tá pegando!. O título é uma homenagem à uma frase dita por Christiane Pelajo nos bastidores do Jornal da Globo que virou meme:


Aqui vou postar reclamações, mimimis, reclamações, mimimis, mimimis e reclamações. Piadas infames também fazem parte do cardápio pois o blog é meu e posto o que eu quiser! Muahuahuahuahua!

Sobre atualizações: vou postar quando tiver algo para postar e não vou encher linguiça!

Aliás já comecei a enrolar. O blog é só isso. Tchau!
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